Linha da Beira Baixa

Linha da Beira Baixa
A linha da Beira Baixa desenvolve-se entre o Entroncamento e a Guarda, numa extensão de aproximadamente 240 km, encontrando-se eletrificada e dotada de sistema de sinalização eletrónica até à Covilhã.
 
O projeto de modernização da Linha da Beira Baixa possibilitará a conclusão da modernização da Linha da Beira Baixa, permitindo o fecho de malha e a redundância de rede na zona centro do país, o que contribuirá não só para descongestionar a Linha do Norte e a Linha da Beira Alta, como permite canais alternativos e mais curtos ao tráfego internacional de mercadorias, aumentando significativamente a capacidade de ligação à fronteira de Vilar Formoso.
 
A Linha da Beira Baixa faz parte do Corredor Atlântico, que envolve Portugal, Espanha, França e Alemanha e integra o projeto prioritário n.º 8 da Rede Transeuropeia de Transportes (RTE-T), que tem como objetivo contribuir para o reforço da coesão económica e social da Europa e para o desenvolvimento do respetivo mercado interno, nomeadamente através da ligação das regiões periféricas às regiões centrais da União Europeia.
 
As intervenções previstas na Linha da Beira Baixa foram também identificadas como investimentos prioritários pelo Plano Estratégico de Transportes e Infraestruturas – Horizonte 2014-2020 (PETI3+).
 
O projeto de modernização da Linha da Beira Baixa compreende intervenções já concluídas e intervenções em planeamento.
 
Intervenções Concluídas:
Principais Intervenções em Planeamento:
 
Aceda aqui a mais informação sobre financiamento comunitário.

Objetivos

Esta intervenção tem como objetivos fundamentais:
  • Viabilizar a introdução de novos modelos de exploração nos comboios de passageiros pelo operador, com claros benefícios na redução dos tempos de percurso (cerca de 30 minutos nos comboios de passageiros no eixo Covilhã-Fundão-Castelo Branco-Lisboa);
  • Criar itinerários alternativos, mais curtos, para o tráfego de mercadorias com destino à fronteira e proveniente do Centro/Sul de Portugal;
  • Fechar a malha e aumentar a capacidade nas ligações internacionais;
  • Viabilizar a circulação de comboios com 650 metros de comprimento;
  • Aumentar a eficiência do sistema de transportes, através de uma melhor gestão da frota ferroviária decorrente da eletrificação da via, contribuindo para a diminuição dos custos de operação e de manutenção dos operadores ferroviários;
  • Viabilizar a circulação com tração elétrica em todo o percurso;
  • Melhorar a eficiência e o conforto das condições de exploração com adequados padrões de segurança e de fiabilidade;
  • Reduzir as emissões de CO2 e o nível de ruído com a utilização de material elétrico;
  • Reduzir o número de acidentes em passagens de nível.