Intervenção Em Taludes Condiciona Trânsito na Marginal

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Iniciou-se hoje, dia 15 de março, a empreitada na EN6 - Avenida Marginal - que visa o tratamento de vários taludes/muros de suporte em diferentes locais da via. Os trabalhos, cujo objetivo é melhorar as condições de segurança rodoviária, estão divididos em três intervenções e serão realizados nos Concelhos de Oeiras e Cascais. O prazo de execução é de 150 dias e o investimento de 175 mil euros.

A primeira fase decorrerá entre os quilómetros 2,680 e 2,780 - sensivelmente entre os cruzamentos de acesso à A5 e de acesso ao Complexo Desportivo do Jamor - e pretende estabilizar o talude ali existente, cuja solução passará por um revestimento em betão projetado e pregagens autoperfurantes sistemáticas, acompanhadas de drenagem interna do talude.

Para esta obra será necessário condicionar o trânsito entre os quilómetros 2,600 e 2,800, no sentido Cascais-Lisboa, de acordo com a seguinte programação:

  • dia 16 de março, corte da via direita entre as 13h00 e as 16h00;

  • dia 17 de março, corte da via direita entre as 10h00 e as 16h00.

A segunda intervenção será realizada à passagem pela Praia de Paço de Arcos, entre os quilómetros 6,460 e 6,600, onde está localizado um muro de suporte, com a obra a incidir na remoção e substituição desse mesmo muro, complementados com a colocação de calçada. 

Por último, ao quilómetro 13, na zona da Praia das Avencas, serão realizados trabalhos para estabilização da muralha, os quais incluem a remoção e substituição da cobertura ali existente, bem como a regularização da zona de circulação pedonal.

Os trabalhos, que serão realizadas no lado direto da via do sentido Cascais/Lisboa, obrigam à implementação de um conjunto de condicionamentos que ocorrerão de forma faseada. 

Os condicionamentos mencionados estarão devidamente sinalizados e a circulação irá efetuar-se de forma regulada através de sinalização temporária, com o apoio da Polícia de Segurança Pública.

Solicitamos, desde já, a melhor compreensão para os incómodos e inconvenientes que esta situação provoca, na certeza de estarmos a efetuar intervenções para a melhoria das condições de segurança da infraestrutura e, fundamentalmente, dos seus utilizadores.